Rádio Reverberação
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Será que café estressa?
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
A falência da imprensa (Parte 1)
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Dicas de como preparar um bom café!
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Heil, Alckmin! - A violência no Pinheirinho


sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
O que vou ser quando crescer?

Café Mocha
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Lançamento da Revista História da Historiografia
História da Historiografia publica artigos, resenhas, entrevistas, textos e documentos historiográficos de interesse para os campos da história da historiografia, teoria da história e áreas afins. Tem por missões divulgar textos de teoria da história e história da historiografia, e promover o intercâmbio de ideias e resultados de pesquisas entre investigadores dessas duas áreas correlatas. Num momento em que, no cenário brasileiro, o crescimento do número de periódicos científicos apenas espelha (se bem que de forma algo distorcida) a ampliação dos programas de pós-graduação, é consenso que o próximo passo a ser dado é o da verticalização e especialização do perfil das publicações.HH foi fundada em 2008 exatamente a partir desse diagnóstico, e pretende estabelecer-se como uma referência para os estudiosos das áreas de teoria da história e história da historiografia no mundo de língua portuguesa. O periódico é uma publicação interinstitucional da Sociedade Brasileira de Teoria e História da Historiografia, do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) e do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP)
Acesse o site: www.ichs.ufop.br/rhh
Cappuccino Ice

sábado, 7 de janeiro de 2012
There can be only one...
Sem sombra de dúvidas... cada vez que eu assisto “Highlander: O guerreiro imortal” eu tenho mais certeza que é meu filme preferido. Uma história fantástica bem simples, mas que possui uma poder muito grande. Talvez ele seja o filme mais genial de todos os tempos, pois tem algumas passagens que enfraquecem o filme, tais como a narrativa muito rápida, que faz o filme passar muito rápido, deixando de explicar muita coisa; os flashbacks também não são tão bem feitos, as passagens de 1985 para os anos anteriores é feita de qualquer jeito, meio esquisito; a luta do Kurgan com Ramirez com o cenário de isopor se destruindo de maneira frenética é bem feio também, mas isso não atrapalham em nada o filme
.Christopher Lambert era mesmo o ator perfeito para fazer o papel de Connor MacLeod. Bom... ele não é lá um super ator, nem mesmo inglês ele é – o que deixaria seu personagem bem mais interessante -, mas ele tem mesmo uma cara de homem medieval, sujo, ignorante e violento. Ainda Clancy Brown, como o violento e poderoso Kurgan, um dos personagens mais bem feitos de todos os tempos, com o um show de interpretação desse que é também um excelente ator. Roxanne Hart, com a sua beleza enfeita a telona, e é claro Sean Connery que dispensa comentários.
Mas o ponto forte mesmo deste espetacular filme é a trilha sonora, ou melhor, as canções adicionais do filme, todas feitas pela maior banda de rock de todos os tempos, Queen. Seis músicas, incluídas no álbum “A Kind Of Magic” de 1986, exceto Hammer to Fall, que é do álbum “The Works”, de 1984, fazem desse filme o sucesso que foi. Pena que a canção Who Wants to Live Forever não ganhou o Oscar de 1986, mas nem tudo é perfeito.
Um filme que vale a pena ver e rever várias vezes, porque clássico é IMORTAL!
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
O Brasil da desigualdade
Café Silvestre

Chuvas que castigam!

Parece até uma trágica coincidência. Cada ano que se passa um estado é mais prejudicado pelas chuvas. Ano é Santa Catarina e Pernambuco, outro ano é Rio de Janeiro, mas este ano Minas Gerais está sofrendo muito. Minas não é meu estado natal, mas é onde hoje eu resido e tenho muito apreço. Terra de gente festiva, de boa cachaça, de apetitosos queijos, mas que abrem o dia 6 de janeiro de 2012 com mais de 80 cidades em estado de emergência e milhares de desabrigados pelos quatro cantos do estado. Tragédia que se repetem e que nossas autoridades parecem não se preocupar em nada, isso quando elas existem, que é o caso de minha querida Mariana, localizada na região central de Minas.

Está na hora da população reagir em relação a isso. Não é justo apenas encararmos a força da chuva de cara limpa. A maior parte dos desastres são facilitados pelo Homem? Sim é claro que são... mas ao mesmo tempo cabe a ele mesmo prevenir que isso não aconteça, e o poder público é quem tem a condição de dar a primeira cartada. Não vamos mais deixar cemitérios centenários serem destruídos ou pessoas sendo soterradas. Isso não vale apenas para as cidades mineiras ou brasileiras; vale para o mundo inteiro, mesmo que os únicos que não conseguem remediar situações como essa é o nosso, a sexta maior economia do mundo, e a primeira em vergonha.